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POLÍTICA TORNA-SE UM JOGO DE AZAR

A política brasileira se tornou mais do que um bem necessário para o desenvolvimento da nação. Tornou-se um jogo de azar onde só cabe a nós apostar e orar para que...

FREUD EXPLICA

Com a liberdade de expressão e o rompimento de assuntos, antes considerados tabus como o sexo e o uso de drogas, marchas polêmicas vêm ganhando a mídia e descarando o que há muito...

COMO PRODUZIR UM TEXTO?

Quem nunca passou pelo desespero de ter que produzir um bom texto, seja por motivos profissionais, acadêmicos ou, porque não, pessoais? Sem ideias, inspiração, tempo...

A MÚSICA PERDE O SIGNIFICADO

Foi-se os tempos em que podíamos ligar o rádio e dizer que se estava ouvindo música. Grandes clássicos parecem ter caídos no esquecimento, sobrepujados por uma geração...

NO FUNDO ELES SÃO A MESMA COISA

Contradizem-se, brigam, trocam alfinetadas e se criticam, mas no fundo eles são a mesma coisa. Dilma e Serra são exemplos vivos de luta pelo egoísmo. Prometem grandes feitos...

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sábado, 24 de março de 2012

ATRAVÉS DOS TEMPOS

O poema épico, escrito no século XIV, é dividido em três partes, seguindo a viagem do poeta através do Inferno, Purgatório e Paraíso. O livro é visto como um dos pilares da literatura mundial. Mas a organização dos Direitos Humanos italiana, Gherush92, que aconselha organismos da ONU sobre questões de direitos humanos, quer que ele seja removido dos currículos escolares, ou pelo menos utilizado com mais cautela, por ter passagens “ofensivas e discriminatórias” e os jovens não possuírem os “filtros” para compreendê-las no contexto. (fonte: opinião e notícia) 

Não bastasse a ignorância brasileira, parece que a maldição de Monteiro Lobato atravessou o atlântico e chegou à Itália. Sim, para os desinformados, o livro “Caçadas de Pedrinho” foi alvo de inúmeras discussões. O Conselho Nacional de deseducação, opa, Educação, queria censurar a obra porque continha passagens racistas. Uma amostra clara de que as pessoas não sabem ler, ou ainda, entender o contexto e processo histórico que há, como pano de fundo, por trás de uma obra como as de Lobato, por exemplo. 

O mesmo aconteceu ao falecido Dante. Segundo a Organização de Direitos Humanos Italiana, Gherush92, o livro deve ser removido dos currículos escolares por conter passagens “ofensivas e discriminatórias” e que os jovens não possuem “filtros” para compreendê-lo. Concluindo temos dois agravantes: na Itália, onde o nível educacional está a anos luz da educação brasileira, os educadores não sabem lidar com obra e que os jovens são burros. 

Entretanto, algumas pessoas não se mostraram inertes diante de tais declarações como o poeta e crítico literário Maurizio Cucchi. Segundo Cucchi “os benefícios a serem obtidos a partir da leitura e do estudo da Divina Comédia são tantos que declarações deste tipo são simplesmente ridículas”, afirmou. Mas Maurizio Cucchi não foi o único estudioso lúcido que se postou a frente desta sandice divulgada pela Gherush92. Giulio Ferroni, historiador literário, crítico e autor, disse que esses comentários faziam parte de “outro frenesi do movimento ‘politicamente correto’, combinado com uma total falta de senso histórico”. Após este surto de bom senso, Ferroni ainda afirmou que é necessário ler a Divina Comédia em seu contexto. 
“Você poderia até incluir algumas notas a mais, mas seria loucura abandonar o estudo de uma obra que ajudou a construir a imagem da humanidade”, completou Giulio Ferroni. 
Alguns trechos foram destacados para justificar este atentando conta a cultura como o 28º, no qual Maomé é retratado rasgado “a partir do queixo para baixo da forma mais abominável possível” e o 26º dia no purgatório, que mostra os homossexuais sob uma chuva de fogo. Para completar a piada, a Gherush92 disse que NÃO defendia a censura e a queima dos livros, mas que fosse reconhecido que a obra tem conteúdo racista, antissemita e islamofóbico. Valentina Sereni, presidente da Gherush92, provando sua ignorância, completou: “a arte não pode estar acima de qualquer crítica.” 

Se esse retrocesso mental continuar, daqui uns dias alguma ONG de nível igual ou mais baixo que esta defenderá a retirada da bíblia do “currículo religioso”, já que a historinha de Caim e Abel é a personificação máxima do racismo.

domingo, 27 de novembro de 2011

NO ONE MAKES IT ON HER OWN

Aviso de prontidão que é impossível falar de Roxette sendo imparcial ou não-tendencioso. Sou um fã de coração, amo o trabalho deles, sobretudo este último. Charm School para mim representa a superação e força de vontade de uma banda que tinha tudo para por fim à carreira e curti a vida. Mas não seria este um final glorioso para uma banda que emplacou sucessos como "The Look" e "It's must have been love", seria? Não!  E para dizer bem a verdade, Roxette está longe de um fim!

Após um longo período afastados ao olhar do mundo, face a uma doença de Marie Fredriksson, que graças a Deus se recuperou - com a garra e determinação mostrando realmente o porque é Dangerous -, a dupla sueca retornou aos palcos este ano em uma turnê mundial, deixando os fãs, mais uma vez, extasiados (e aliviados, é claro!).

Nesta turnê para divulgar o seu mais recente álbum, Charm School, compilando faixas inéditas, Roxette mostrou que os anos e os problemas por quais passaram em nada foi capaz de influenciar na arte de agradar e, como sempre, comover com suas baladas românticas ou nos agitar como grandes outros sucessos fizeram, a exemplo de The big L. e Joyride.

Pela net encontrei várias resenhas sobre o novo álbum e me deparei com diversas críticas que me entristeceram muito. Incoerência, foi o que eu li. Para alguns Charm School, assim como Have a nice day, foram um dos "piores álbuns" da dupla. Como assim?! Bom seria se toda banda fosse capaz de produzir álbuns ao nível dos referidos como "ruins". Have a nice day trouxe hits magníficos como Anyone e Waiting for the rain, um dos melhores já produzido pela dupla. Mas eu estaria sendo leviano ao ficar definindo as melhores músicas, uma vez que Per Gessle é incrível em tudo o que compõe, assim como Marie. Roxette somente é comparável a si mesmo, nenhuma outra banda sobreviveu a tantas idas e vindas e chegou ao auge dos seus mais de 25 anos de carreiras compondo e emocionando ao mesmo nível de So far away de Pearls of passion ou Spending My Time de Look Sharp.

Resta-me agradecer e emocionar sempre que ouço esta banda incrível em tudo o que produz, e deixar esta pequena homenagem em palavras. Afinal, amor para mim não teria o sentido que tem hoje se não fosse o vocal utópico de Marie e os solos de guitarra animal de Per Gessle.

sábado, 30 de julho de 2011

QUANDO O INSANO VIRA LENDA

PhotobucketPara alguns Amy Winehouse não passava de uma alcoólatra e drogada entorpecida pelo sucesso estrondoso que sua voz sublime e singular a proporcionava. Talvez Amy fosse realmente louca e problemática (ela deixava isso claro em suas músicas como em “You Know I'm No Good”) ou simplesmente, apesar de negar, quisesse atenção – sua voz não bastava. Desajeitada, porém cativante e graciosa; atrevida, porém tímida e cautelosa. Quem via Amy, não com olhos adestrados para enxergar um padrão utópico da decência e moral humana, mas sim com olhos atentos a arte, notava que a diva era uma combinação de puras contradições que resultava em uma imagem única que nos calava e sempre, sempre atordoava. O bem e o mal, o ruim e o bom, o antigo e o contemporâneo, o descente e o imoral: essa era Amy Winehouse.

Poucos sabem a verdade por trás da maquiagem exagerada e do cabelo exuberante. Para nós, acostumados a negar o diferente, era uma forma de chamar a atenção, para Amy uma mascara. Sim, Amy Winehouse se sentia feia e anormal, queria se esconder, mas ao mesmo tempo mostrar o seu talento. Mais uma vez uma combinação de contradições.

Seu primeiro álbum, Frank, foi lançado em 2003, teve um sucesso até significativo. Mas seria o segundo álbum de Amy, “Back to Black”, que consolidaria a carreira da artista. Seu maior sucesso “Rehab” foi seu maior fracasso. Por não acreditar na reabilitação, Amy Winehouse se entregou as drogas e ao álcool. Foi consumida pela dependência e disse não a vida.

Amy morreu, não como uma heroína ou como alguém que tentou mudar o mundo, mas como alguém que provou que o talento sobrepõe os estereótipos que mentes pequenas enxergam.

A música está de luto e essa nova geração de artista perdeu a sua maior estrela.

Back to Black... Voltemos ao luto...


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Back to Black

domingo, 29 de maio de 2011

X-MEN: FIRST CLASS

Um dos maiores clássicos dos quadrinhos ganha uma nova versão cinematográfica que pretende contar a origem dos x-mens, com estréia prevista para dia 3 junho. Todos os fãs estão na expectativa, principalmente depois da divulgação dos Trailers exclusivos dos personagens principais. Professor X, Magneto, Mística, Fera, Banshee e Destrutor são os grandes destaques deste longa, mas o filme também conta com a participação de outros personagens bem familiares como Emma Frost, a Rainha Branca, que se tornou heroína e vilã ao longo de toda a trajetória dos quadrinhos; Azazel, que se envolve com Mística e dessa relação dá origem ao Noturno; Angel Salvadore, uma mutante totalmente nova criada na séria Os Novos X-mens.
O filme promete grandes surpresas, e só pelo trailer que a Marvel divulgou dá pra sentir que a história não será nada fraca. Repleto de ação, X-men: First Class, trás uma leve essência das histórias originais moldadas a tensão que ouve entre os EUA e URSS durante a Guerra Fria. Em entrevista o diretor do longa afirmou que tentou criar uma história de James Bond com os mutantes mais famoso da Marvel.

Entretanto, apesar do grande sucesso, que com certeza terá, o filme não trará os personagem que sempre seguiu a série e que seria bem interessante contar a sua origem, como a Tempestade e Gambit.

Mas seja qual for o resultado deste tão esperado filme, uma coisa é certa: os x-mens jamais serão superados por supostos ícones que sempre se reinventam, mas nunca mudam como Super Man e Batman. É esperar e conferir o resultado!


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Trailer


X-mens: First Class


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Raven Darkholme (Mística)



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Alex Summers (Destrutor)




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Hank McCoy (Fera)




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Banshee


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domingo, 1 de maio de 2011

DO CÓDIGO DA VINCI AO SEGREDO DE MADALENA

Instigante, misterioso e polêmico. O Código Da Vinci, obra que posteriormente ganhou uma versão cinematográfica e tornou-se um recorde de bilheterias, foi capaz de despertar a ira da Igreja Católica e trazer a público questões que ninguém jamais ousou discutir até então. Considerado puramente profano, Dan Brown traça uma trama que prende o leitor do começou ao fim. Os fatos históricos mesclados a ficção dão um toque todo especial. O resultado: uma obra de arrepiar!

Questionando diversos dogmas como a divindade de Cristo e especulando uma provável relação entre Maria Madalena e Jesus, Brown, na sua arte de seduzir com as palavra, toca, literalmente, na ferida cristã. Discute as concequencias da descoberta de um herdeiro de Jesus Cristo e os problemas que isso acarretaria.

E se Jesus Cristo fosse um homem comum? Um homem que amou como qualquer outro e que o mais extraordinário que fez foi pregar a bondade entre seus irmãos? Será que a fé precisa de uma figura mitológica para existir?

Este é o ponto chave da obra!

Brown não busca enfatizar sua adoração ao demônio por discutir essas questões. O autor apenas mostra que a possibilidade de um homem divino ser desmascarado diante do mundo como alguém que não foi para o "céu" de corpo e alma e sim alguém que viveu entre nós e morreu como exige a ordem natural das coisas, poderia ocasionar uma crise sem presentes para o Cristianismo. Afinal, não seria nada bom para um cristão fervoroso descobrir que a maior história já lida no mundo, realmente não passa da maior história já lida.

Outro ponto bem interessante que o autor destaca, e que poucos se dão conta, é em como a Igreja, para manter a supremacia dos homens como verdadeiros instrumentos de "Deus", perseguiram e mataram milhares de mulheres que fossem consideras bruxas. Todo o horror deste período negro da Santa Inquisição foi registrado em O martelo das Feiticeiras, escrito em 1484 pelos inquisidores. Heinrich Kramer e James Sprenger.

Em toda a História nunca se ficou explicado o real motivo da demonização da mulher. Para os mais céticos tudo se deu pela compulsão de Eva ao comer o fruto proibido. Uma dívida que a Igreja insiste fazer com que as mulheres paguem eternamente.

Indubitavelmente, assim como Brown "deturpou a história" para criar a sua, a Igreja também fez isso. Um dos maiores impérios já erguidos no mundo não foi Roma, e sim o Vaticano. Que perseguiu e matou milhares e milhares de pessoas que, em tempos remotos, foram contra suas ideias. Até hoje eles excomungam qualquer um que seja contra os seus dogmas, como se, sistematicamente, quisessem nos levar de volta a idade média.

A história é escrita por vencedores, e da forma que eles queiram contar. Nunca saberemos a verdadeira história de Cristo, e tão pouco os segredos por trás de Madalena. Cabe a  cada um de nós questionar o que pode ser real ou o que não passa de mera ficção. Contudo uma coisa é certa: a mesma Igreja que inspira milhões de fiéis é a mesma que matou tantos outros milhares.


O passado deve ser perdoado, jamais esquecido, porém.

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SINOPSE: O CÓDIGO DA VINCI

Um assassinato dentro do Museu do Louvre, em Paris, traz à tona uma sinistra conspiração para revelar um segredo que foi protegido por uma sociedade secreta desde os tempos de Cristo. A vítima é o respeitado curador do museu, Jacques Saunière, um dos líderes dessa antiga fraternidade, o Priorado de Sião, que já teve como membros Leonardo Da Vinci, Victor Hugo e Isaac Newton.

Momentos antes de morrer, Saunière consegue deixar uma mensagem cifrada na cena do crime que apenas sua neta, a criptógrafa francesa, Sophie Neneu, e Robert Langdon, um famoso professor de Simbologia de Harvad, podem desvendar.

Os dois transformam-se em suspeitos e em detetives enquanto percorrem as ruas de Paris e de Londres tentando decifrar um intrincado quebra-cabeça que podem lhes revelar um segredo milenar que envolve a Igreja Católica.

Apenas alguns passos à frente das autoridades e do perigoso assassino, Sophie e Robert vão à procura de pistas ocultas nas obras de Da Vinci e se debruçam sobre alguns dos maiores mistérios da cultura ocidental - da natureza do sorriso da Mona Lisa ao significado do Santo Graal.

Mesclando com perfeição os ingredientes de uma envolvente história de suspense com informações sobre arte, documentos e rituais secretos, Dan Brown consagrou-se como um dos autores mais brilhantes da atualidade.

O Código Da Vinci prende o leitor da primeira à última página.

domingo, 24 de abril de 2011

A MÚSICA PERDE O SIGNIFICADO

Foi-se os tempos em que podíamos ligar o rádio e dizer que se estava ouvindo música. Grandes clássicos parecem ter caídos no esquecimento, sobrepujados por uma geração trash trajando figurinos ridículos e com vozes eletrônicas que só não soam artificiais para uma espécie surda que se adequou as diversas porcarias que a mídia nos proporciona.

De héteros a homos, ninguém escapa dessa era pouco criativa, onde cantores sertanejos fazem a moda com seus cabelos à base de gel, jaquetas sociais e botas de marca. Tão pouco a música pop se rendeu a porcaria contemporânea. A exemplo disto tempos a rainha do pop, Madonna, que numa tentativa desesperada de recuperar a fama consolidada em sua era de ouro, os anos 80, buscou se reinventar, produzindo mais lixos eletrônico e saindo com garotinhos com a metade de sua idade. A rainha que entoava hits, como Like a Virgin, venerados por gays e héteros, que até então tinham bom gosto, agora vibram ao som de Celebration. Que Deus ilumine essas cabeças.

Quando se pensou que podíamos comemora o fim do Tcham, surgem então grupos tão ruins quanto, como Calypso e Parangolé. Mas o cenário se estende também ao pop-rock nacional e internacional. Antes usar roupas coloridas e ter voz de menina era sinônimo de homossexualidade, agora ser assim é gostar de Restart e amar incondicionalmente Justin Biba (ops! Bieber, não confundir com Barbie). Pior que ele é a sua paródia feminina, Rebecca Black

Se as coisas continuarem assim, a Disney vai nos matar.

A geração 80 que soube produzir grandes clássicos, que até hoje reverberam por nossa época trazendo boas lembranças de um tempo não vivido, tornaram-se sinônimos de caretice. Como se Lady Gaga fosse algo muito moderno. Ou alguém se esqueceu que Cindy Lauper, alem de trajar um visual menos ridículo que o dela, e cantar com sua voz verdadeira, fez muito mais sucesso que Gaga sonharia em ter?

Hits como It’s Must Have Been Love, Listen to You Heart e The Look, do Roxette ou Linger, dos Cranberries e até mesmo We Are The Champions do Queen são cada dia menos ouvidos nas rádios, perdido no tempo por um planeta que parece ter se esquecido do verdadeiro sentido da música. Poucas coisas atuais salvam como Pink e Christina Aguilera. Entretanto algumas divas como Withiney Houston e Tony Braxton, ainda na ativa, não fazem tanto sucesso, mas são lembradas sempre por seus hits de maior sucesso como I Will Always Love You e Umbreak My Heart, respectivamente.  Já Celine Dion mostra que bom gosto, classe e elegância podem sempre resistir ao tempo, e é assim que faz Patti Labelle, intérpretes do clássico Lady Marmalade, que ganhou uma nova versão para o filme Moulin Rouge, em 2001.

É certo que os tempos mudam e as pessoas estão sempre evoluindo, mas esta questão envolvendo a música nos dá certa ideia de que o ser humano, a cada ano que passa, parece se perder mais e mais.  É como se não evoluíssemos e sim retrocedêssemos a nossa evolução. Do jeito que está só falta os homens voltarem a se comunicar através de berros guturais e sinais pouco convencionais.

Assim caminha a humanidade...

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ALGUNS VÍDEOS QUE VALEM A PENA CONFERIR:

Hurt - Christina Aguilera


Lady Marmalade - Petti Labelle (versão para Moulin Rouge, 2001)

Anyone - Roxette


U + UR Hand - P!nk


I Will Always Love You - Withiney Houston

Linger - Cranberries

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

LARA CROFT

Perfil de Mulher

Lady Lara Croft vem a tempos mexendo com a cabeça dos aficionados em jogos eletrônicos. Também pudera, deslumbrante de deixar qualquer mulher mortal no chinelo, Lara Croft exala charme, poder e... perigo.
Angelina Jolie imortaliza-se no papel de Lara Croft
    Dona de um sorriso hipnotizante e lábios carnudos que faria qualquer homem cair de joelhos, Lara Croft não mede esforços para conseguir o que quer.
Armada, amada e poderosa.
Sendo uma mulher de atitude, guiada frequentemente por seu extintos, Lara se lança nas mais diversas aventuras, detonando o que vier pela frente, como por exemplo um tiranossauro rex, em Atlantean Scion ou até mesmo o espirito de Seth em The last revelation – sem mencionar as múmias egípcias, bandidos das mais diversas classes, e é claro... ela mesma. 
    No entanto, toda rigides e ferocidade de Lara Croft se desfaz quando ela se depara pela primeira vez com Karts Trent – um belo homem de olhos azuis e presença marcante, dotado de carisma e poderes paranormais. 

        TOMB RAIDER, série de jogos que apresentou a arqueóloga Lara Croft, com suas curvas e seus macios lábios carnudos, tornou-se um dos jogos mais populares de todos os tempos. Com o título de musa dos games, Lara fora encarnada duas vezes nos cinemas pela igualmente deslumbrante Angelina Jolie - quem poderia fazer um papel melhor?
Recentemente discute-se a possibilidade da atriz Kim Kardashian substituir Angelina, o que provavelmente deixaria milhares de antigos fãs da saga descontentes, uma vez que Lara pereça ter sido criada imagem e semelhança de Jolie.


Kim Kardashian
“Quero mesmo fazer o papel de Lara Croft e posso dizer que sou melhor com armas do que a Angelina Jolie e a Megan Fox juntas”, gaba-se Kim Kardashian.
Apesar da decepção que isso causaria, não podemos negar que ambas as atrizes são de tirar o fôlego de qualquer marmanjo... 
Enfim, o que parecia ter sido criado para ser uma mera versão feminina de Indiana Jones veio para ficar. Conquistando um status e fama que até mesmo Jones gostaria de ter.
     Tentando pegar carona no sucesso da heroína, diversas outras personagens foram criadas, mas sem obter o mesmo sucesso, como por exemplo Venética. No entanto a concorrência nunca imaginara que ninguém conseguiria tirar o título da musa Croft.



Série Tomb Raider:


1- Atlantean Scion: Contratada por Jacqueline Natla para encontrar as três partes de um artefato designado por Scion, Lara investiga ruínas de antigas civilizações do Peru, Egito e Grécia, até encontrar a lendária Atlântida. De quebra, torna-se a primeira heroína a enfrentar um tiranossauro rex . no final descobre que Natla era uma rainha de atlantis.

2- Gold: Unfinished Business: Este jogo é um complemento de Tomb Raider I. Trata-se de 4 fases adicionais, às quais Lara Croft volta ao Egito e à Atlântida a fim de terminar por completo o que ela havia feito na edição anterior.

3- The Dagger of Xian: Em busca da Adaga de Xian, que contém o poder de transformar seu usuário em um dragão, Lara viaja para a Grande Muralha da China, os canais de Veneza, um navio naufragado e as montanhas do Tibete.

4- Adventures of Lara Croft: Dessa vez, Lara procura pelos quatro pedaços de um meteoro com estranhos poderes, visitando a Índia, Londres, a base secreta Área 51, Deserto de Nevada, uma ilha tropical no Pacífico Sul e a Antártida. Antes de partir, reforma sua mansão para instalar um novo campo de treino e uma pista de corrida de quadriciclos.

5-Gold: The Lost Artifact: Lara descobre a existência de mais um quinto artefato (oriundo do mesmo meteoro de Tomb Raider III) e parte a sua busca, em uma pequena jornada decorrida em 6 cenários, tendo como chefe final, a mesma vilã Sophia Leigh das fases de Londres em TR:III.

6-The Last Revelation: De volta ao Egito, Lara acidentalmente desperta o deus egípcio Seth e passa o resto do tempo tentando consertar o estrago, até acabar aprisionada junto com ele, debaixo de um tumúlo. Algumas cenas contam com a participação especial de Werner Von Croy no papel de tutor que treina Lara quando jovem na primeira fase do jogo/game. O jogo na época deixou saudade dos fãs. Acreditava-se até então que Lara havia morrido e terminava-se assim a saga.


7- Chronicles: Lara Croft está supostamente morta. Vários amigos da aventureira reúnem-se na casa dela e começam a relembrar várias aventuras dela. As histórias narradas são em Roma, Rússia, Irlanda do Norte e Nova Iorque.


8-The Angel of Darkness: Este jogo sofreu sucessivos atrasos antes de ser lançado para PC e Playstation 2, acabando por ser lançado três anos depois de Chronicles. Lara recebe um telefonema de Von Croy, pedindo para que ela o ajude a encontrar as Pinturas Obscuras, antigos quadros do século XIV. Ao chegar ao apartamento de Von Croy e depois de uma discussão, Lara acorda e encontra seu tutor Von Croy morto, e passa a ser a principal suspeita deste crime. Agora, além de fugir da polícia, Lara ainda precisa encontrar um homem chamado Eckhardt, sua única pista sobre o assassinato de Von Croy. São 29 fases, divididas entre Paris e Praga. Em algumas fases em vez de se controlar Lara Croft jogamos com Kurtis Trent, que deseja vingar a morte de seu pai.

9- Legend: Quando criança, Lara Croft sofre um acidente de avião junto com sua mãe. Elas caem num local desconhecido no Nepal e um incidente peculiar ocorre com a mãe de Lara, levando-a através de um portal para uma outra dimensão. Anos mais tarde, Lara , já crescida, resolve desvendar os mistérios que acercam a espada Excalibur, que está intimamente relacionada ao desaparecimento de sua mãe decidindo recuperar todos os fragmentos desta enigmática espada a fim de entender o que se passou naquele infeliz episódio de sua infância. No decorrer da história, nossa heroína descobre por meio de sua maior inimiga deste jogo, Amanda, que sua mãe foi levada à lendária ilha de Avalon, criando assim, a base de um contexto para o próximo jogo da série.


10 - Anniversary: Tomb Raider Anniversary é um remake do primeiro jogo da série Tomb Raider (ver Atlantean Scion), trazendo a mesma história, (porém, desenvolvida na mesma estrutura gráfica de Tomb Raider: Legend) em comemoração aos 10 anos da série. Para entender melhor a nova biografia, a história possui pontos diferentes de TR:I. As fases foram totalmente remodeladas de acordo com a capacidade tecnológica atual, assim como na edição anterior, Tomb Raider Anniversary ultrapassa a resolução gráfica de nove mil polígonos, mais precisamente, está em torno da casa de 9800 polígonos. Apesar de remodelados, os níveis ainda mantêm alguns locais de exploração que nos trazem a sensação de "eu já passei por aqui antes", isto é, faz alusão a cenários marcantes do jogo original como: a grande arena de The Coliseum ou mesmo a gigantesca esfinge de The Sanctuary of the Scion. A jogabilidade manteve-se praticamente a mesma do game anterior, sendo acrescentados apenas alguns novos movimentos como, por exemplo, se equilibrar em superfícies mínimas e o modo Adrenaline Dodge. O jogo repercutiu muito bem no início de junho de 2007, quando foi lançado.


11 - Tomb Raider: Underworld: Tomb Raider Underworld é o oitavo capítulo da série (Anniversary não conta, por ser um remake). Sua história acontece logo depois dos fatos ocorridos em Legend e Anniversary. Neste jogo, Lara Croft está atrás do poderoso "Martelo de Thor" (Mjolnir), que só funciona quando Lara possuir as Luvas de Thor e o Cinturão de Thor . Lara visitará o sul do México, mar Mediterrâneo, Tailândia, subterrâneo da Mansão Croft, Valhalla e Helheim (Avalon).

Filmes:


Lara Croft: Tomb Raider

Os planetas do Sistema Solar estão para se alinhar - um fato que ocorre a cada 5.000 anos - e os Illuminati, uma sociedade secreta, procura um artefato chamado "O Triângulo da Luz", que é capaz de controlar o tempo. Lara Croft, através de um segredo que envolve seu pai, terá que encontrar e destruir o artefato antes que os Illuminati se apodere dele.


Lara Croft, Tomb Raider: A Origem da Vida

Lara Croft precisa reencontrar a Caixa de Pandora, que de acordo com antiga lenda grega, contém todas as pragas. Um malvado cientista quer dominar a perigosa Caixa, mas para isso é preciso saber chegar à Origem da Vida, e a única maneira para saber onde o local se encontra é através de um orbe, que funciona como um mapa. Lara conta com ajuda do mercenário Terry, seu ex-namorado, que é morto por ela ao tentar levar a caixa de pandora.


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