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POLÍTICA TORNA-SE UM JOGO DE AZAR

A política brasileira se tornou mais do que um bem necessário para o desenvolvimento da nação. Tornou-se um jogo de azar onde só cabe a nós apostar e orar para que...

FREUD EXPLICA

Com a liberdade de expressão e o rompimento de assuntos, antes considerados tabus como o sexo e o uso de drogas, marchas polêmicas vêm ganhando a mídia e descarando o que há muito...

COMO PRODUZIR UM TEXTO?

Quem nunca passou pelo desespero de ter que produzir um bom texto, seja por motivos profissionais, acadêmicos ou, porque não, pessoais? Sem ideias, inspiração, tempo...

A MÚSICA PERDE O SIGNIFICADO

Foi-se os tempos em que podíamos ligar o rádio e dizer que se estava ouvindo música. Grandes clássicos parecem ter caídos no esquecimento, sobrepujados por uma geração...

NO FUNDO ELES SÃO A MESMA COISA

Contradizem-se, brigam, trocam alfinetadas e se criticam, mas no fundo eles são a mesma coisa. Dilma e Serra são exemplos vivos de luta pelo egoísmo. Prometem grandes feitos...

Mostrando postagens com marcador Lula. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 15 de junho de 2011

NO FUNDO ELES SÃO A MESMA COISA


Dilma + Serra = aos mesmos objetivos: o interesse individual!

Contradizem-se, brigam, trocam alfinetadas e se criticam, mas no fundo eles são a mesma coisa. Dilma e Serra são exemplos vivos de luta pelo egoísmo. Prometem grandes feitos, mas no fundo sabem, e nós também, que tudo não passa de migalhas para satisfazer o público.

O grande problema de não haver um considerável desenvolvimento na sociedade brasileira, talvez, é a falta de interesse por essa mesma – sociedade – na política. Os posicionamentos limitados das massas com relação aos espetáculos circenses que é apresentado nos programas eleitorais se legitimam devido à passividade do público.

Ambos os lados ressaltam um governo focado no desenvolvimento econômico e social de nossa nação, mas que todos nós sabemos que nunca houve (pelo menos não na intensidade que eles colocam). Talvez seja exagero da minha parte pensar assim, afinal bastante coisa mudou deste a era FHC. Mas o fato do atual governo ter cumprido com 2% da sua obrigação não muda a realidade em que estamos inseridos: escândalos, corrupção e entre várias outras falhas do governo que nem é necessário citar (afinal, eu ficaria o dia aqui escrevendo e você se cansaria de ler este texto antes mesmo de chegar à conclusão).

O governo anterior não foi muito diferente, mas que todos amam e sentem saudades. E não é de se surpreender, afinal nós temos a memória fraca e precisamos focar no trabalho para não passar fome, assim esquecemos, não porque queremos esquecer, mas porque acabamos sendo influenciados a isso.

Sei que parece pouco o que eu faço neste blog. Meu objetivo é a conscientização da população. Não vivemos em um campo de batalha e não existem lados na política, o que existe, pelo menos para mim, são seres humanos focados no desenvolvimento nacional, contudo não é o que acontece. Portanto foco da disseminação deste ideal, porque se todos pensarem assim, já é um grande passo.

Chegamos ao ponto de apostar no “menos pior” possível, reafirmando minha tese de que a política brasileira se tornou um jogo, uma disputa, não política, mas de interesses próprios.

Eles nos colocam na situação extrema de escolha entre o ruim e o “pior ainda”, mas se fazem ficarem bons com essas propagandas enganosas que nos mostram nas TVs.

É hora de refletir e de avaliar a situação para que só assim se possa chegar à única conclusão possível: no fundo eles são a mesma coisa!

sexta-feira, 3 de junho de 2011

A MIDIACRIDADE ELITISTA

Mais uma vez, a mídia direitista brasileira mostra o quanto o seu poder persuasivo sobre as massas populares pode ser desprezível e cruel. Com o único intuito de defender a ascensão elitista sobre as camadas menos influentes, a direita usa de todos os seus artifícios de manipulação para distorcer a realidade e virá-la a seu favor. Como vem fazendo há décadas, ela se aproveitou, mais uma vez, de um suposto “tropeço” do governo para denegrir e legitimar suas ideias acerca do governo petista, que já não eram muito boas, mas que, com esse golpe engenhoso da mídia nacional, ficaram pior ainda.

Todo os  que ouviram falar da polêmica que envolve o MEC e a autora Heloísa Ramos, sabem, mesmo que inconscientemente, onde quero chegar. A obra “Por uma vida melhor”, de Heloísa Ramos, foi alvo das mais sórdidas críticas por apresentar aos alunos como as variantes da língua podem ser perfeitamente explicadas. Sem fugir do padrão culto da língua, a autora, tenta romper completamente com os conceitos de “certo” e “errado”, demonstrando que a língua é um organismo vivo e que é completamente incoerente tentar adotar uma única forma como sendo a “certa”, no caso a norma culta de nossa língua.

Com base neste preceito, os grandes jornalistas da direita de nosso país pegaram trechos em que a autora explica como funcionam as variantes linguísticas de nossa língua e difamaram o MEC, a autora e a obra, sem ao menos levar em conta o contexto em que as frases foram empregadas.

Todos os que tiveram acesso ao material didático aprovado pelo MEC puderam observar que havia um capítulo especial na obra onde era tratado o tal assunto sobre o “preconceito lingüístico”; e com bom senso e ética, que todo o bom leitor deve ter, compreenderam o que a autora queria defender. As célebres frases “nós pega o peixe” e “os menino pega o peixe” foram retirados deste capítulo e sofreram fortes criticas. Segundo alguns jornalistas mais fanáticos pelo onipotente FHC (nem vou citar nomes porque já está evidente de quem se trata), essa foi uma tentativa suicida do governo oficializar a ignorância "Lulista”.

Nesta jogada suja para afetar a inexistente credibilidade petista, a mídia nacional jogou na lama o nome e a seriedade do MEC com relação à pré-seleção destes livros didáticos que são distribuídos para todo o Brasil.

Em resposta à polêmica criada pela imprensa elitista, o Ministério da Educação afirmou que as obras não serão recolhidas.
“já foi esclarecido que as pessoas que acusaram esse livro não tinham lido. Uma pena que as pessoas se manifestaram sem ter lido”, afirma o Ministro Fernando Haddad.
A doença anti-petista que infectou quase toda a imprensa nacional e que, como consequência, resultou neste triste e equivocado episódio não para por aí. Outros fatos, como, por exemplo, a falsa polêmica por trás do feminino de presidente, que ficou provado ser presidenta, foi mais um lamentável ocorrido difamado pela midiacridade (ops! Acho que é mediocridade?!) elitista.

Esse joguete que faz a grande impressa direitista para distorcer a opinião pública, que com alheia concepção concorda e aprova sem pestanejar, com as informações dadas, mostrou-se mais uma vez um caso sério e que merece destaque. A oposição, agora, parece se divertir com a divulgação de polêmicas fabricadas para persuadir aos espectadores deste grande show, que se tornou a política nacional, a acelerar sua chegada ao tão esperado poder que controla como um ventríloquo controla seus bonecos, o nosso país.

Se essa mesma energia que gasta nossa egoísta elite nacional para afastar a esquerda do poder fosse convertida para benefícios que contribuíssem para o desenvolvimento do país, acredito que todos nós estaríamos mais bem servidos, obrigado...

À direita e a esquerda são faces diferentes da mesma moeda, mas, mesmo assim, ainda é a mesma moeda. Pense.

terça-feira, 17 de maio de 2011

AS CRÔNICAS DE DILMATOPIA: A BRUXA DA MISÉRIA, O LEÃO DA INFLAÇÃO E O GUARDA-DINHEIRO NEGRO...

Um fato histórico marcou a política brasileira no ano de 2010: Dilma Rousseff é a primeira mulher a ganha às eleições para a presidência. Foi mais uma vitória para o PT e uma derrota para o PSDB. “Perdemos a batalha, mas não a guerra!”, disse José Serra em resposta aos “inimigos”. Parece exagero comparar o ocorrido a uma batalha, ou até mesmo a uma guerra, por parte de Serra, pois o fato mais pareceu uma disputa para a liderança de uma favela do que uma eleição presidencial, propriamente dita. Ou talvez ele tenha razão, uma vez que as agressões bárbaras chegam a ser igualmente vergonhosas se comparadas a uma guerra.

José Serra deixou explicito em sua declaração que as eleições foram uma batalha para medir forças, no caso, de quem discursou melhor. E isso vem a reforçar o que escrevi no texto “POLÍTICA TORNA-SE UM JOGO DE AZAR. E QUEM SAI PERDENDO É O BRASILEIRO”, onde retrato a forma como Augusto Nunes, da Veja, faz com que as eleições pareçam mais uma disputa individual, por interesses individuais e com objetivos individuais do que uma disputa para o bem coletivo.

Entretanto, apesar do incômodo quase generalizado, com o apoio do carismático “filho do Brasil”, o resultado não poderia ser outro: Dilma Rousseff ganha o segundo turno, que só foi possível graças ao peso muito incomodo que Marina Silva, verde por fora e azul pó dentro, se tornou. Do contrario, as eleições teriam se decidido logo no primeiro turno.

Com isso a "mulher sombra" de Lula torna-se a nova líder da companheirada que, mais uma vez, rendeu-se ao sedutor assistencialismo oferecido pelo PT. Embora Dilma esteja cega por um ideal sem fundamentos, não se pode dizer, porém, que é uma mulher sem visão, pois Dilma, assim como lula, vê um Brasil mágico, um Brasil que deu um “grande salto” para o desenvolvimento.  Triste, mas a verdade: o Brasil não está se desenvolvendo, ele ainda está caminhando rumo ao desenvolvimento – e lentamente, diga-se de passagem.

Como a própria Times enfatizou em um artigo no seu site: “pouco se conhecia sobre a vida política da ‘Herdeira de Lula’ antes das eleições ”. Nossa presidência foi posta nas mão de uma mulher, sim, uma mulher que pouco experiência política teve na vida. Será que o povo Brasileiro enchergou uma mãe em Dilma? Uma mãe dispostas a abrir mão de tudo por se filhos? Bom, se fosse assim não estaríamos vivendo o atual quatro econômico do país...

Como atualmente vivemos a “era da imaginética”, era esta caracterizada pela grande capacidade do povão brasileiro em enxergar um Brasil perfeito, Dilminha promete grandes feitos – bem mais recompensosos que os seiscentos reais de Serras – como, por exemplo, erradicar a miséria do pais em seu governo (Rousseff claramente herdou a alma sonhadora de Lula, e no mínimo sonha em encontrar uma jazida de diamantes negros no interior das Minas Gerias para resolver os problemas do país). É fato consumado que com nossa estrutura econômica, do jeito que está, é impossívl conseguir tal feitos, uma vez que o Brasil parece caminhar, novamente, para o abismo da inflação.

Mas se enganam quem pensa que os sonhos utópicos de Dilma terminam por aí. Nossa cara, e muito cara “presidenta” insiste em dizer que com a descoberta do pré-sal o Brasil tornou-se auto-suficiente na produção de petróleo. As fábulas que Dilma conta, então, parece contraditória, uma vez eu o aumento do valor da gasolina causou grande impacto no bolso dos consumidores. E a tendência desse valor, segundo especialistas, é só aumentar, pois a falta do produto no país está obrigando a Petrobrás a importar combustível de outros países.

Contudo, a amnésia convencional parece ser um mal que afeta a poucos felizardos, pois Dilma Rousseff esquece-se de enfatizar em seus “contos pra boi dormir” que a única empresa que está ganhando com essa descoberta, tão fantástica quanto à do Brasil, é a própria Petrobrás. Pois a companhia divulgou lucro de R$ 10,98 bilhões no primeiro trimestre, 42% acima do registrado no mesmo período de 2010. Somente por aí dá pra ter uma ideia de quem perde o quê nessa história toda.

Talvez Dilma não tenha sido uma escolha muito favorável para o bem do país ou talvez ela tenha herdado não só o título de presidente do Lula, mas também a inflação e essa crise iminente na economia brasileira, ao ainda: talvez ela não saiba administrar mesmo. Foi uma escolha cara que o Brasil fez, entre tantas outras. Porém, entre uma má escolha e uma péssima escolha, chegamos ao ponto de escolher o que é o “menos pior” para a população, mas a grande questão é: o que seria “menos pior” na nossa política?

Eis um caso a ser pensado seriamente...

quinta-feira, 5 de maio de 2011

VOCÊ NÃO PODE DORMIR SEM SABER...

...que FHC, além de ídolo da Veja, topou um tão prometido debate com Lula. Por enquanto isso está somente na promessa, pois Lula resolveu negar seu sangue nordestino fugindo da raia. Mas quem sabe futuramente... quando eles perceberem que ambos já entraram na terceira idade e que não cabe, portanto, um comportamento infantil deste nível.

... que Dilma Rousseff pegou uma forte gripe ao se vacinar contra o vírus, como consequência a presidente está com pneumonia. Entretanto ainda continua viva...

... que o "nunês" é a única linguagem aceita no país. Augusto Nunes, jornalista da Veja, que precisa urgentemente de uma vacina contra sua antipetite aguda, critica em sua coluna o "capivarês" de Dilma. Nossa presidanta mostra sua habilidade invejável ao transformar simples substantivos em orações extremamente complexas.

... que FHC não é o autor do plano real e tão pouco acabou com a inflação. Mas como brasileiro tem uma péssima memória, os PSDBistas adoram associar o grande feito ao nosso ex-ex-presidente. Uma mentirinha até boa, visto que entre tantas anedotas que eles contam, essa é a “menos pior”...

... que o governo admite que o preço da gasolina subirá em breve... Irônico, o Brasil não é auto-suficiente na produção de petróleo? =/

... que a popularidade de Obama, após entrar em queda por suas promessas não cumpridas, aumentou 200% com a morte de Osama bin Laden. Muito cômodo isso tudo...

... que, afinal, promessas não são certezas. Portanto, quando alguém dizer "eu prometo", desconfie. Quando alguém realmente quer fazer algo ela diz "eu me comprometo". Promessas levam MUITO tempo para se concretizarem, e compromissos nos dão uma certeza MAIOR.

terça-feira, 26 de abril de 2011

NUNES: DA CENSURA A LIBERDADE FINGIDA

Chego a ficar admirado com os absurdos que leio no site da Veja; não que o faça por falta de opção, mas porque muito me agrada observar o nível dos comentários nos posts "ABAIXO O PT". Augustos Nunes, brilhante jornalista da Veja, gasta todo o seu tempo e energia atualizado o seu Blog com artigos que ressalta a perfeição do governo FHC, é claro, sem deixar em evidencia qualquer falha que tenha ocorrido no Brasil por meio deste. Obviamente é mais vantajoso utilizar dos padrões de manipulação -  padrões estes que ele conhece como a palma da mão - para guiar suas fieis ovelhinhas contra o governo conhecido, ameaçadoramente, como a ameaça vermelha do que persuadir os seus leitores a pensarem por si mesmos.

Isso ultrapassa o ridículo e chega a ser insano. Ou mais do que isto: desperdício de talento!

O tempo todo ele utiliza da sua arte de escrever para incitar uma revolução invisível. Concordo plenamente que é palpável e vergonhosas as falhas do PT - que são muitas, diga-se de passagem -, assim como é evidente as falhas de FHC, que não são poucas! Como nosso querido Nunes admite.
"Claro que o FHC cometeu erros e tem defeitos, amigo. Ele nem pensa em eleição. Poderia estar fazendo o que quer. Continua na briga porque a oposição brasileira é a mais incompetente do mundo", diz Augusto Nunes em resposta a uma crítica a FHC.
Contraditório, considerando-se que sua visão sobre Fernando Henrique Cardoso chega a ser poética. Em um de seus posts ele declara:
"Um debate entre os ex-presidentes não se limitaria a confirmar a superioridade intelectual de FHC. Também acabaria escancarando a inferioridade moral de Lula".
Augusto Nunes deixa claro neste e em outros muitos textos, que seu posicionamento, politicamente doentio, chega a ser cruel. Pouco espaço ele dá para as críticas desfavoráveis as suas ideias. O que não recrimino, afinal, o Blog é dele. Mas seria ético da parte de um profissional da comunicação vetar o direito de resposta daqueles que não concordam com o nosso ponto de vista mesmo dando espaço para isso?

Essa falsa liberdade mascara a vergonhosa censura opinativa, que a muito pensou-se estar extinta.

Meu discurso chega a soar petista, mas se engana quem pensa que estou defendo esse governo.
Meu discurso é a favor da liberdade de expressão. O que não vejo na coluna de Nunes. Ele enfatiza seu desprezo pela esquerda e deixa claro que sua doença anti-petista é mais que exagerada, chega a ser realmente patológico.
"Não deixa de ser esclarecedor ler o pessoal do PT tentando fingir que não enxergou nenhuma diferença entre um homem que pensa e fala com clareza e os débeis mentais que a companheirada venera. Os que mais me divertem são os que, a certa altura, repetem a mesma mentira: ‘embora eu não seja eleitor do PT…’ abraços, Augusto. PS: Tanto não perco tempo com eles que nem respondo. Só de vez em quando dou alguma paulada pra deixarem de ser mentirosos", diz Nunes.
Entre essas e outra, Augusto Nunes e toda a redação da Veja deixa claro que o posicionamento contrário aos seus ideais não valem nada.

A opinião pública não interessa.

E Nunes na busca de trazer o "Brasil Utópico" de FHC para substituir o "Brasil Maravilha" de Lula, como já citei em um post anterior, transformou essa disputa em um jogo de azar. E na prática que sai perdendo, sempre, é o povo brasileiro.

Que vergonha, Augusto Nunes, que vergonha...

sábado, 23 de abril de 2011

POLÍTICA TORNA-SE UM JOGO DE AZAR. E QUEM SAI PERDENDO É O BRASILEIRO

A política brasileira se tornou mais do que um bem necessário para o desenvolvimento da nação. Tornou-se um jogo de azar onde só cabe a nós apostar e orar para que o resultado dê o “menos pior” possível.
A sorte está lançada!

De um lado da moeda está FHC, o neoburrista que ficou conhecido por dispensar custos com a educação, sucatear bens públicos e etc e tal; do outro lado Lula, o carismático filho do Brasil, conhecido por renomear programas sociais do governo anterior, não postos em prática, diga-se de passagem, e também por seu querido partido, o PT (partido traiçoeiro), envolto em uma série de escândalos que apenas fez manchar sua reputação - se tivesse uma, é claro!

          Recentemente o menino prodígio Augusto Nunes, da Veja, vem batendo ponto todos os dias em sua coluna Online para trazer à tona, o que já está se tornando maçante, um épico bate-papo ao estilo conversa de pátio entre Lula e FHC com o intuito de discutir a gestão de seus governos. No entanto, a velha brincadeira de "gato e rato" (lembra-se?) parece ser uma prática sistemática na terceira idade, pois Lula, que teria chamado FHC para este duelo de titãs, estaria fugindo da raia. Ao que tudo indica, o PTralhista estaria  se esquivando de um embate direto com o direitocrata FHC tudo porque o seu grau de estudo é mínimo - pra não dizer nenhum.
“Desejo que Lula, que esqueceu as antiquadas posições contra as privatizações, continue usufruindo das oportunidades que as empresas multinacionais lhe oferecem, como agora em Londres. E desejo, principalmente, que Lula termine com a lengalenga contra ler muito e ter graus universitários, pois não precisa mais ter complexos. Virou doutor”, disse FHC em resposta a um comentário de Lula.
Segundo o queridinho do Brasil é incompreensível o fato de alguém ter estudado tanto para depois esquecer o povão.
        E assim se segue a vida. Estamos lidando com uma geração de políticos que vê o poder como um simples objeto de desejo. Jogados a uma disputa de interesses, onde a presidência pareceu se tornar o pódio vencedor das ideias legitimadas pela população, Lula e FHC digladiam-se sem sequer levar em consideração os interesses coletivos em jogo. Até onde isto irá? Segunda a direitocracia uma disputa para a próxima presidência, em 2014, entre os ilustres inimigos, seria uma boa opção para por tudo em pratos limpos. Mas e depois?

          É nesta realidade que estamos inseridos... Não é nosso futuro que está em jogo e sim o deles. 

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

REFLEXÕES SOBRE UM PAÍS QUASE SEM SOLUÇÃO

Às vezes é mais fácil fechar os olhos diante do que está errado e fingir que vivemos em país onde tudo se resume na base do samba e do futebol. É mais fácil ignorar a violência exacerbada das grandes capitais do que olhar para a realidade e tomar uma atitude em relação a esta. Estamos cansados de tanta insegurança, de tantas incertezas e principalmente cansados de fingir que vivemos em país onde a cordialidade fingida está estampada na cara de todos.

Cordialidade maligna...


Milhares de pessoas vivem, atualmente, em condições de vida precária. A falta de saneamento básico, moradia própria e educação de ensino básico são só alguns dos muitos problemas pelo qual o Brasil enfrenta atualmente. É límpido que o governo vem tomando medidas para que estes problemas sejam erradicados, no entanto sua falta de interesse, e principalmente fiscalização, pouco vem contribuindo para isto.


Algo sério precisa ser feito.


Elegemos na última eleição a primeira presidente mulher da história do país, fato este que eu espero entrar para a história como algo positivo e não como uma escolha mal realizada, assim como muitas desde que o Brasil foi descoberto.


Embora eu não seja contra o governo do PT – governo este que vem há tempos contribuindo para o desenvolvimento do país, ao contrario do governo FHC que com certeza eu afirmo ter sido um atraso para a nossa história –, não podemos negar que ele foi marcado por uma série de escândalos lamentáveis, no entanto torço para que o partido da Dilma possa finalmente colocar o país em um rumo certo, “nos trilhos”. Porque acredito que a única forma de o país seguir mudando é nos unirmos em uma corrente a favor de um único interesse: o coletivo. Por tanto, ao invés de torcer contra o governo da nova presidente eleita, vamos torcer para que ela faça um bom governo. Afinal, o que é o interesse próprio enquanto o que está em jogo é o interesse de milhões de brasileiros?


Deste modo concluo afirmando, enfaticamente, que a única forma de trazer o progresso para nossa nação é deixarmos de lado os nossos interesses individuais e passarmos a lutar pelo coletivo. Precisamos abrir os olhos e deixar de nos acomodarmos ao pouco que nos oferecem. Só assim, quando passarmos a lutar pelo que realmente interessa – o nosso país – é que poderemos ter a certeza de um Brasil prospero e agradável de se viver. É hora de acordar e não deixar que o sonho de milhares de pessoas que se sacrificaram por esta nação morra junto com este país.

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